O que o consulente quer quando faz uma consulta?
Veja alguns anseios comuns a todos os consulentes e que merecem ser atendidos.
Kim Huggens
Precisão: Não há nada pior do que fazer uma consulta e sair dela sem muita clareza do que foi dito ou quais são suas reais possibilidades;
Honestidade: Por mais que queiramos só ouvir coisas boas, sabemos que, na prática, é melhor lidar com a verdade do que com a ilusão;
Empatia: Ter que contar seus segredos e problemas a um estranho já não é fácil. Imagine então fazê-lo com alguém que não parece se importar com você;
Não ser julgado: Ninguém é perfeito e muitas vezes, quando procuramos o tarô é porque sabemos que erramos em algo. Assim, ser criticado ou julgado pelo tarólogo pode nos fazer mais mal que bem;
Conforto: Mesmo que coisas desagradáveis sejam ditas, todos esperam sempre ouvi-las de forma mais leve, acompanhadas de proposições sobre possíveis soluções. Afinal, ninguém quer sair derrubado de uma consulta;
Aconselhamento: Mais do que apenas ver o futuro, o tarólogo também pode oferecer guias de como resolver problemas, atenuar situações desconfortáveis ou maximizar oportunidades;
Ser ouvido: Nem sempre temos com quem falar sobre nossas dúvidas. Assim, nada melhor do que poder ser ouvido por alguém, não é mesmo?
Privacidade: É preciso confiar que o profissional não sairá por aí contando para todo mundo o que leu para você. Para o tarólogo, o que é dito numa consulta, deve sempre morrer na consulta;
Respeito à diversidade: É essencial manter um clima de neutralidade, sem imposição de religião ou visão política. Assim, qualquer pessoa, de qualquer crença ou cultura pode obter os benefícios da consulta sem se sentir ofendido.
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